Existem aqueles que gostam muito, aqueles que gostam mais ou menos e aqueles que não gostam nada.
Primeiro é importante perceber que significado a “Família” tem para cada um de nós.
Segundo o que somos enquanto pessoa e o que somos enquanto pessoa em família. (Será que existe distinção?)
Devo começar por dizer que acredito no conceito família. Desde que haja espaço para o respeito. Desde que haja espaço para crescer, para ouvir e ser ouvida/o. É importante crescer com padrões com exemplos exemplares (a redundância foi propositada.)!
Mas voltando ao tema principal.
Primeiro é importante perceber que significado a “Família” tem para cada um de nós.
Segundo o que somos enquanto pessoa e o que somos enquanto pessoa em família. (Será que existe distinção?)
Devo começar por dizer que acredito no conceito família. Desde que haja espaço para o respeito. Desde que haja espaço para crescer, para ouvir e ser ouvida/o. É importante crescer com padrões com exemplos exemplares (a redundância foi propositada.)!
Mas voltando ao tema principal.
Jantares.
Parece-me que aquela ideia de “comer em silêncio” foi evoluindo com o tempo. Hoje em dia, os jantares servem para conviver, servem para partilhar ideias, discutir assuntos familiares… (Podia haver o jantar da “Guerra de Comida”, não é? De preferência sem golpes baixos!)
Também é interessante perceber como as pessoas se transformam à mesa… existe sempre o anfitrião, o cínico intriguista, o cobarde, o invejoso, o esfomeado, o que tem a mania que é esperto, o que resolve os problemas dos outros (menos os dele!), o inteligente, o excêntrico (que toda a gente desculpa, porque é… excêntrico!), o bonito, a promessa, o que tem uma vida duvidosa, o que aparece às vezes e que não sabemos muito bem o que é, o calado e o que de vez em quando diz coisas interessantes e a seguir se cala para sempre (pena!)…
Com este quadro deprimente, imaginem o resultado da pintura… tanto podemos ter a felicidade de correr tudo bem e sairmos felizes e contentes, como sairmos preparados para ficar sem falar com primo, durante 10 anos, por causa da moldura da fotografia do falecido avô que não estava com o pó limpo! (Talvez tenha exagerado na razão… mas eu já acredito em quase tudo!)
Quando se aproxima a altura do Natal… é o desespero total! Ou se dá tudo bem ou corresse o risco de andar a pensar: “Pronto, este ano não preciso de comprar presente para este, mas aquele merece um presentinho bom.”
Dá vontade de citar: “Juntam-se as comadres, descobrem-se as verdades!”
A verdade é que bem ou mal, grande ou pequena… a maioria tem aquilo a que se pode chamar de família! E não me venham com teorias: “Aquele já não é meu tio!” (Aqui podia ser outro parente qualquer.) porque é sempre! Apenas deixou de ter valor enquanto pessoa. Além disso existem sempre os jantares seguintes…
As pessoas marcam-nos de diferentes formas. E quer queiramos quer não, eles influenciam sempre aquilo que somos!
Também é interessante perceber como as pessoas se transformam à mesa… existe sempre o anfitrião, o cínico intriguista, o cobarde, o invejoso, o esfomeado, o que tem a mania que é esperto, o que resolve os problemas dos outros (menos os dele!), o inteligente, o excêntrico (que toda a gente desculpa, porque é… excêntrico!), o bonito, a promessa, o que tem uma vida duvidosa, o que aparece às vezes e que não sabemos muito bem o que é, o calado e o que de vez em quando diz coisas interessantes e a seguir se cala para sempre (pena!)…
Com este quadro deprimente, imaginem o resultado da pintura… tanto podemos ter a felicidade de correr tudo bem e sairmos felizes e contentes, como sairmos preparados para ficar sem falar com primo, durante 10 anos, por causa da moldura da fotografia do falecido avô que não estava com o pó limpo! (Talvez tenha exagerado na razão… mas eu já acredito em quase tudo!)
Quando se aproxima a altura do Natal… é o desespero total! Ou se dá tudo bem ou corresse o risco de andar a pensar: “Pronto, este ano não preciso de comprar presente para este, mas aquele merece um presentinho bom.”
Dá vontade de citar: “Juntam-se as comadres, descobrem-se as verdades!”
A verdade é que bem ou mal, grande ou pequena… a maioria tem aquilo a que se pode chamar de família! E não me venham com teorias: “Aquele já não é meu tio!” (Aqui podia ser outro parente qualquer.) porque é sempre! Apenas deixou de ter valor enquanto pessoa. Além disso existem sempre os jantares seguintes…
As pessoas marcam-nos de diferentes formas. E quer queiramos quer não, eles influenciam sempre aquilo que somos!
Regarde de Femme
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