A beleza nasce do simples acto de ser
A beleza é o grito contido na garganta seca
A beleza caminha descalça e embriagasse
no bambulear das ancas femininas
Não toco, nem ilustro o sagrado
Tocam-se os sinos no alto da igreja
Repetem-se os rituais humanos da trasncendência
Maria é Deus, transformada num cálice de vinho
Num pedaço de pão
O vinho que embriaga os sentidos
dos corpos hirtos, pecaminosos
Infelizes na ignorância do esquecimento de serem
Espontâneos
Gritem-se aos ventos
Segredem-se aos ouvidos da multidão
A beleza natural e individual
De cada um de nós
A beleza é o grito contido na garganta seca
A beleza caminha descalça e embriagasse
no bambulear das ancas femininas
Não toco, nem ilustro o sagrado
Tocam-se os sinos no alto da igreja
Repetem-se os rituais humanos da trasncendência
Maria é Deus, transformada num cálice de vinho
Num pedaço de pão
O vinho que embriaga os sentidos
dos corpos hirtos, pecaminosos
Infelizes na ignorância do esquecimento de serem
Espontâneos
Gritem-se aos ventos
Segredem-se aos ouvidos da multidão
A beleza natural e individual
De cada um de nós
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