Cantavam as gaivotas de hoje... lá longe!
A voz era inacreditávelmente forte... mas ela lá estava... serena, no palco mais alto do mundo. Hoje!
Abria as asas ou talvez os braços... sim, os braços! Os braços abertos e despidos para o público que estava do outro lado do vidro.
Eles escutavam. Não ouviam.
Escutar é uma forma de arte.
E como ela deixava que a escutassem!!
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