Viviam em lados opostos do planeta.
Ambas tinham o mesmo vício/prazer íntimo. (Alguns chamam-lhes "os tiques irritantes do que resta da infância").
Quando, por mero acaso, descobriram entraram em histeria. Riram-se até à exaustão enquanto comentavam sobre todos os pormenores de como fazer e de como sentiam esse vício/prazer.
Diziam: "Há os que se distraiem a mexer no cabelo, há os que têm o ursinho na cama, há os que chucham no dedo, nós gostamos mesmo é de mexer nas beirinhas dos lençóis! Mas têm de ser aquelas riginhas por que se não já não é a mesma coisa!".
Eram pequenas coisas. Coisas de criança que as acompanharam até à fase adulta.
Elas acreditavam que a amizade facilitava em conhecer os "podres" de uma infância já distante.
Ambas tinham o mesmo vício/prazer íntimo. (Alguns chamam-lhes "os tiques irritantes do que resta da infância").
Quando, por mero acaso, descobriram entraram em histeria. Riram-se até à exaustão enquanto comentavam sobre todos os pormenores de como fazer e de como sentiam esse vício/prazer.
Diziam: "Há os que se distraiem a mexer no cabelo, há os que têm o ursinho na cama, há os que chucham no dedo, nós gostamos mesmo é de mexer nas beirinhas dos lençóis! Mas têm de ser aquelas riginhas por que se não já não é a mesma coisa!".
Eram pequenas coisas. Coisas de criança que as acompanharam até à fase adulta.
Elas acreditavam que a amizade facilitava em conhecer os "podres" de uma infância já distante.
Assim são as odisseias de uma Amizade entre lados opostos do planeta.
Sem comentários:
Enviar um comentário