Melissa, não acreditava em amores à primeira vista.
Era racional demais para o perceber, para se dar ao luxo de o sentir.
Defendia que os sentimentos eram criados e provocados para satisfazer as necessidades fisiológicas e sociais. A acrescentar a esta teoria dizia que os amores à primeira vista serviam para aqueles que queriam perder tempo com a vida.
Não gostava de histórias de amor e tinha um sentido prático muito apurado.
Caroline sofria dos mesmos sintomas que a Melissa relativamente ao Amor.
A única diferença entre elas era que a Melissa era uma mulher da alta sociedade, bela, sedutora, caprichosa, que tinha tudo quanto queria, quando queria e como queria; por sua vez Caroline era uma mulher da classe média baixa, bela, sedutora e que sempre lutara pela própria vida segundos os princípios e valores do bem que a mãe, carinhosamente, lhe tinha incutido.
Porém, sempre que passavam uma pela outra nos corredores da empresa onde trabalhavam e se olhavam, sentiam uma curiosidade tremenda em se conhecerem.
Nunca se deram ao trabalho de o fazer! Achavam, ambas, nos próprios pensamentos, que aquilo era uma perfeita estupidez e que aquelas empatias não existiam.
Era racional demais para o perceber, para se dar ao luxo de o sentir.
Defendia que os sentimentos eram criados e provocados para satisfazer as necessidades fisiológicas e sociais. A acrescentar a esta teoria dizia que os amores à primeira vista serviam para aqueles que queriam perder tempo com a vida.
Não gostava de histórias de amor e tinha um sentido prático muito apurado.
Caroline sofria dos mesmos sintomas que a Melissa relativamente ao Amor.
A única diferença entre elas era que a Melissa era uma mulher da alta sociedade, bela, sedutora, caprichosa, que tinha tudo quanto queria, quando queria e como queria; por sua vez Caroline era uma mulher da classe média baixa, bela, sedutora e que sempre lutara pela própria vida segundos os princípios e valores do bem que a mãe, carinhosamente, lhe tinha incutido.
Porém, sempre que passavam uma pela outra nos corredores da empresa onde trabalhavam e se olhavam, sentiam uma curiosidade tremenda em se conhecerem.
Nunca se deram ao trabalho de o fazer! Achavam, ambas, nos próprios pensamentos, que aquilo era uma perfeita estupidez e que aquelas empatias não existiam.
-----
Essa crença era tão grande que nunca tiveram a oportunidade de se apaixonarem. Não ali, não com aquele tipo de atitude!
Sem comentários:
Enviar um comentário