As ratazana do rio Tejo, saltam aos molhos por entre as pedras do leito. Não têm vergonha, são umas descaradas em frente aos olhos púdicos e nojentinhos dos humanos.
Há quem não se preocupe propriamente com a presença delas.
Pescadores alegres, de cigarro ao canto da boca, bigode amarelado, pele encardida... dizem: "Hoje é que vai ser uma bela pescaria!"
Pescaria?! Como pescaria?! Eles pescam aquelas taínhas petrolíferas?!
Eles pescam na margem do rio Tejo. Não têm vergonha em frente aos olhos púdicos e nojentinhos do humanos.
Há quem não se preocupe propriamente com a presença delas.
Pescadores alegres, de cigarro ao canto da boca, bigode amarelado, pele encardida... dizem: "Hoje é que vai ser uma bela pescaria!"
Pescaria?! Como pescaria?! Eles pescam aquelas taínhas petrolíferas?!
Eles pescam na margem do rio Tejo. Não têm vergonha em frente aos olhos púdicos e nojentinhos do humanos.
(Sobrevive o homem sobrevivente ou aquele que acha que sobrevive?)
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