Para não se perderem os preciosismos dos erros línguísticos, há que escrevê-los tal e qual como se dizem.
Há formas de falar que só o alentejano ou o transmontano ou o minhoto ou o lisboeta ou o algarvio ou até mesmo o madeirense (e muitos mais) têm.
É isto que dá a riqueza ao idioma português.
Há formas de falar que só o alentejano ou o transmontano ou o minhoto ou o lisboeta ou o algarvio ou até mesmo o madeirense (e muitos mais) têm.
É isto que dá a riqueza ao idioma português.
Quanto não vale uma bela risada com os erros (que não são necessariamente erros) que se dão, sejam eles escritos ou falados?
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