
Sacola presa no pau de vassoura
cheia de coisa nenhuma e de coisa alguma
Assobio nos lábios
Passo saltitante nos montes verdejantes
Não tem sonhos...
No bolso, leva apenas
os sentidos apurados da vida
De tudo se esqueceu se é que algum dia se lembrou,
Os valores e os princípios ensinados eram a coisa nenhuma que levava na sacola
Os valores e os princípios aprendidos era a coisa alguma que levava na sacola
os restos que lhe não cabiam nos bolsos...
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