Minha querida amiga M.J.,
Acabei de te ler...
Obrigada, sempre, pelas tuas tão doces (pegajosas) palavras. Que seria da minha vida, sem ti, neste momento?
As cartas de amor... as nossas eternas cartas de amor...
Somos umas românticas incorrigíveis, é o que eu te digo! Não há nada a fazer!
Eu mais racional, tu mais emocional e ambas corajosas para nos entregarmos aos outros.
A coragem a mim não me serve de muito. A ti, serviu-te de tudo! (Louvado seja o Senhor! :P)
A razão mantém-me num lugar seguro... estupidamente seguro... e nem te digo (aqui) o que me apetecia fazer!
Estupidamente fui criando esta capa atrás das palavras bonitas e conscientes do meu lugar... Mas de que merda me serve? Perceber, uma vez mais, de que estes amores só existem na minha cabeça? Maldita imaginação!
Valha-me a capacidade de rir de mim mesma e de já não me levar muito a sério! (Digo eu, para me convencer!)
Mas é o que a vida me dá, nos últimos tempos.
Que mais posso eu fazer se não acatá-las (ou será atacá-las?)? Nada.
Ora, ora... eu sei, eu sei! isto nem parece conversa minha! Mas tu sabes que eu adoro banhar-me no meu exagero e depressão!
Vou mudar de vida mais uma vez, de pensamentos, de roupa, vou tomar mais um banho para lavar o passado! Tantas vezes, quantas forem preciso!
Eu não desisto. Tenho esta veia carneira. O que tiver de vir virá! Tarde ou cedo... e se nunca vier, olha, que se lixe, com "F" grande!
Gosto de ti, amiga. Serias a mulher perfeita, se não fosses minha amiga e se eu não tivesse o cheiro da tua prima! (Nunca percebi porque me dizes estas coisas! Ela cheira bem?)
Abreijos na alma.
Para perceberes o meu estado:
Acabei de te ler...
Obrigada, sempre, pelas tuas tão doces (pegajosas) palavras. Que seria da minha vida, sem ti, neste momento?
As cartas de amor... as nossas eternas cartas de amor...
Somos umas românticas incorrigíveis, é o que eu te digo! Não há nada a fazer!
Eu mais racional, tu mais emocional e ambas corajosas para nos entregarmos aos outros.
A coragem a mim não me serve de muito. A ti, serviu-te de tudo! (Louvado seja o Senhor! :P)
A razão mantém-me num lugar seguro... estupidamente seguro... e nem te digo (aqui) o que me apetecia fazer!
Estupidamente fui criando esta capa atrás das palavras bonitas e conscientes do meu lugar... Mas de que merda me serve? Perceber, uma vez mais, de que estes amores só existem na minha cabeça? Maldita imaginação!
Valha-me a capacidade de rir de mim mesma e de já não me levar muito a sério! (Digo eu, para me convencer!)
Mas é o que a vida me dá, nos últimos tempos.
Que mais posso eu fazer se não acatá-las (ou será atacá-las?)? Nada.
Ora, ora... eu sei, eu sei! isto nem parece conversa minha! Mas tu sabes que eu adoro banhar-me no meu exagero e depressão!
Vou mudar de vida mais uma vez, de pensamentos, de roupa, vou tomar mais um banho para lavar o passado! Tantas vezes, quantas forem preciso!
Eu não desisto. Tenho esta veia carneira. O que tiver de vir virá! Tarde ou cedo... e se nunca vier, olha, que se lixe, com "F" grande!
Gosto de ti, amiga. Serias a mulher perfeita, se não fosses minha amiga e se eu não tivesse o cheiro da tua prima! (Nunca percebi porque me dizes estas coisas! Ela cheira bem?)
Abreijos na alma.
Para perceberes o meu estado:
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