Escrever é, na maior parte das vezes, um acto solitário.
Pensar. Pensar de mais, por coisa pouca é um estupido acto solitário. Na realidade, é uma perca de tempo.
Com a vida, aprendemos a ser cautelosos.
Temos registado em memórias algo do género: "Se vais para aí e te magoas ainda levas por cima! Saí daí, Maria Joaquina de Albuquerque! 'Tás a ouvir?" (ah, como eu adoro inventar personagens nas minhas memórias!)
Então não vamos! Quando a vida é por conta e risco e sabemos que tarde ou cedo vamos ter que nos levantar e deitar sozinhos é dos diabos!
É difícil arriscar. É difícil arriscar por ti e por mim. Pensando bem... é mil vezes mais arriscado, arriscar por mim!
Não é por falta de paciência nem de vontade... é mesmo pela minha arrogância de pensar que posso controlar tudo na minha vida, nos meus sentimentos... quando no fundo, basta perceber que não tenho de me defender de ninguém. Especialmente de ti...
Porque tu apareceste... É simples.
Tudo se torna simples, quando não há expectativas.
Quando não importa o que é que a vida te fez a ti e a mim...
6 comentários:
...normalmente são as expectativas que nos deixam frustrados...
:)
muito bem escrito...
puff. eu nem vou comentar. a vida ai a vida.
Fabuloso Destino: Olha, olha, eu para ti só tenho isto --> :D
Ulisses: É bem verdade. Creio que é um dos piores venenos das relações. Sejam elas quais forem!
Narcisa D'Almeida: Oh, minha querida! Já comentaste... Mas sim, a vida é mesmo do caraças!
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