"Be careful what you wish for cause you just might get it all"...
Isn't that true?
Se passar metade da vida a querer e a desejar significar não conseguir valorizar e aproveitar o que me chega às mãos de uma forma simples e desprendida, então prefiro não desejar nem querer.
O idealismo e a ambição também toldam a vista. Quem percebe o contexto de altos padrões, de perfeccionismo, de exigência estupidamente alta sabe que isso não nos torna propriamente felizes. Torna-nos selectivos, talvez. Torna-nos confiantes daquilo que não queremos e muito menos flexíveis perante coisas naturais da vida. Como os sentimentos. As convicções são boas, são uma segurança, sim, mas devem ser usadas q.b..
As oportunidades não se perdem.
As oportunidades são escolhas acertadas, idiotas ou simplesmente não tidas por falta de coragem, por medo, por cobardia, por insegurança ou confusão mental.
Da mesma forma que acredito no livre arbítrio (Oh se acredito! Piamente! Muito! E não é pouco
! Bastante!) acredito no destino. Acredito nas pessoas que encontramos pelo caminho e acredito no caminho que fazemos. Porque sim. Porque é uma convicção da qual não abdico.
! Bastante!) acredito no destino. Acredito nas pessoas que encontramos pelo caminho e acredito no caminho que fazemos. Porque sim. Porque é uma convicção da qual não abdico.
Acredito que tudo na vida tem o seu tempo, tem o seu contexto, mesmo que hajam os dias que isto tudo nos soe a balelas e só queiramos que as coisas aconteçam rápido. Porque se quer sentir, porque se quer amar, porque se quer ganhar e ser reconhecid@ somente por aquilo que se é (seja lá o que isso for!!).
A mudança só aparece quando trabalhamos. A mudança só aparece quando não temos medo de errar e arriscamos. Não são verdades taxativas. Porque tudo muda, tudo se transforma mesmo quando, na maior parte das vezes, não o sintamos. É preciso aceitar a mudança e não querê-la, não desejá-la como a um chocolate que nos regala as carências imediatas.
*
Raparigas, pronto! Só vos digo uma coisa: que se lixe esta conversa!
Porque há dias, há dias que a teoria me azucrina o sistema nervoso todinho! E queria não ter lido os livros que li, queria não saber as coisas que sei, queria não ter as defesas blindadas que tenho!! Queria que tudo fosse muito mais fácil! Que tudo não precisasse de tanta paciência! Mas acima de tudo que fossemos todas felizes ao mesmo tempo. Tipo final de telenovela mexicana!!
14 comentários:
Desculpa começar com esta observação, mas acho que não são só as raparigas que te lêem...
Em relação ao livre arbitrio, cada vez acredito menos nele...
...mas isso é uma discussão que daria pano para mangas!
E sim, era simpatico que tudo acabasse em bem, mas...
...nunca acaba verdadeiramente!
:)
Olá Ulisses!
Eu explico o porquê das minhas queridas, minhas amigas e raparigas... o meu blog foi, durante muito tempo, particular... eu escrevia para as minhas amigas porque só elas sabiam que este blog era meu. Desde então não perdi o hábito de escrever para elas. :) Hoje, já existem algumas pessoas que me lêem e bem sei que não são só raparigas! Vou começar a prestar atenção a isso! Desculpai-me! :P
Eu gosto de discussões que em vez de mangas, dão pano para mantas! Muito Maiooorr!! Eu gosto de partilhar opiniões. :)
Pois não... mas vale a apena acreditar que,em algum momento da vida, todos podemos estar bem. Ao mesmo tempo ou não...
às vezes a capacidade que temos ou não de tomar uma decisão está condicionada por mil e uma variáveis. e as vezes nao adianta nada forçar uma atitude, resposta ou acção só porque sim. as coisas acontecem sempre no devido tempo se tiverem que acontecer!
Tas perdoada.
Se queres mesmo discutir...
...passa no meu canto. Está lá um excerto de uma coisa onde se espalham algumas das minhas opiniões acerca da liberdade e do livre arbítrio.
:)
Eu passo Ulisses, eu passo! Já disse que gosto do teu blog? É, gosto. :D
Vamos lá discutir, então! :D
Roxanne,
Sublinho.
Sublinho, porque tudo na vida depende de um contexto.
Porém, também acredito que é importante decidir e não esperar que as coisas aconteçam, só porque sim... :)
Estou tão orgulhosa de ti :)
Não acredito de todo no destino, no "se tem de acontecer, acontecerá". Acredito nas coincidências e no aproveitar de oportunidades.
Concordo plenamente com o excerto "As oportunidades não se perdem. As oportunidades são escolhas acertadas, idiotas ou simplesmente não tidas por falta de coragem, por medo, por cobardia, por insegurança ou confusão mental.".
E é certo que perdemos muitas oportunidades na vida, apesar de tal facto abrir o caminho para outras. Se estivermos sempre a pensar qual seria a melhor, também não respiramos.
Andaste a ler o pema da ceifeira, não foi? ;)
LM: Da ceifeira?
Não conheço.
Anda aqui uma pessoa a divagar pelas questões da vida... Lol.
O poema é bom?:D
Narcisa: Oh, mi amor! Orgulhosa de mim? Lol. Para te dizer a verdade, eu também quase me orgulho de mim. :D
Gotchyayinyang:
Concordo com o que dizes, mas não acredito com a não existência do destino em oposição à existência de coincidências.
Sim, somos (o que comemos. Lol.) e as escolhas que fazemos... mas há muito mais para além disso. E sim, dá muito menos trabalho acreditar que são coincidências ou mero destino. Porque dá trabalho tentar compreender porque é que as coisas acontecem na vida... oh se dá! As coincidências têm um se não: ficas sempre sem saber porque aconteceu... "Ah, olha! que coincidência!"; o destino sabes que alguma coisa aconteceu porque tinha de ser e porque havia uma razão para isso. São duas formas de te resignares. A verdade é que cada um acredita no que lhe dá mais jeito! 8) :)
Yeux, tentando não entrar no meu blablabla da professora, lembrei-me do poema da Ceifeira do Pessoa que é um dos mais representativos do tema "A dor de pensar".
Começa com um "Ela canta, pobre ceifeira/julgando-se feliz talvez...",e quando te "li", especialmente a ultima parte do post,lembrei-me desta dualidade de ser um ser pensante ou feliz. O que Pessoa no fundo queria dizer
era "que feliz que seria a ceifeira se soubesse que era feliz".
Eu muitas vezes, sem querer parecer prepotente, penso a mesma coisa quando olho por exemplo para as rapariguinhas do shopping.(Sem preconceito nenhum, porra,penso-o muitas vezes-eu sei que erradamente:"Quem me dera trabalhar no Shopping, ir almoçar à Pans todos os dias, ter roupa nova todas as semanas e ser feliz assim.."percebes?
Beijinho, cá segue o poema.;)
http://www.prof2000.pt/users/secjeste/fpessoa/Pg000500.htm
LM:
Oh se percebo! Não era tudo muito mais fácil? Não pensar? Claro que era! Quem me dera não ter o "sangue" (salvo seja) de Fernando Pessoa a correr-me nas veias!
Com isto não quero dizer que todas as meninas do shopping sejam assim tão superficiais e fúteis. Conheço algumas delas que são super boa gente! :) Percebi a comparação e mesmo eu tenho um quê de preconceito (invejosa, eu? Lol) em relação a essas personagens de shopping!
Conheço o poema. Claro que não serve de desculpa mas a verdade é que a minha memória é brutalmente selectiva! Até mi'nerva! Lol. Obrigada pela partilha. :)
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