"É uma bomba que te rebenta, constantemente, nas mãos." Dizia uma amiga de longa data. Eu diria mais: Granadas! Granadas e minas armadilhadas nos recantos da minha alma.
Não é que as metáforas facilitam a perspectiva de nós mesmos pelos olhos dos outros?
Ainda bem que ela não se lembrou de cometas e meteoritos.
Mas é verdade. Os meus sentires são o cúmulo da rapidez: "É bom, não foi?"
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