29 de abril de 2009

Sinfonia

Daqui nada o aspirador substitui os violinos, os violoncelos, os trompetes, os trombones...
O pano do pó sucede à batuta do maestro...
Atchim... um espirro surge no meio das correntes de ar das janelas abertas ao frio.
São os compassos das horas de fascina semanal...
Soa-me a uma casa meio abandonada à poluição de uma grande cidade.
Bem maior do que os meus olhos conseguem ver.

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