Entre risadas, espontâneamente víniculas, o improviso da música dos outros é uma constante.
Sons graves, vozes agudas, pestanas a piscar, mãos que batem no peito, nas bochechas, nas gargantas, nas pernas, em cima da mesa.
Não falta o maestro com a faca na mão a guiar a orquestra da tasca.
As risadas do outro e da outra... Fala-se da "Guerra das estrelas nos Açores", de Mozart, Bethoven, The Doors, Eric Clapton, John Lenon e inevitavelmente nos Beatles.
De repente alguém diz: "Pessoal, já são dez pás duas!"
A debandada foi total...
Sons graves, vozes agudas, pestanas a piscar, mãos que batem no peito, nas bochechas, nas gargantas, nas pernas, em cima da mesa.
Não falta o maestro com a faca na mão a guiar a orquestra da tasca.
As risadas do outro e da outra... Fala-se da "Guerra das estrelas nos Açores", de Mozart, Bethoven, The Doors, Eric Clapton, John Lenon e inevitavelmente nos Beatles.
De repente alguém diz: "Pessoal, já são dez pás duas!"
A debandada foi total...
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