Pele pintada de bronzeado
Pernas abertas e saias levantadas à brisa quente que surge do horizonte
cabelo amarrado por um pequeno pau que achou no chão
Sentada no alpendre da casa feita de madeira
Eyala, segura um copo de limonada com um toque de hortelã-pimenta
Tem os olhos verdes, verde mar
e um sorriso suave que lhe cria rugas ao canto dos olhos
Refugia-se do mundo, lá bem longe, entre as montanhas do sul
Refugia-se do mundo e da sua veia rebelde de ver o mundo
Pernas abertas e saias levantadas à brisa quente que surge do horizonte
cabelo amarrado por um pequeno pau que achou no chão
Sentada no alpendre da casa feita de madeira
Eyala, segura um copo de limonada com um toque de hortelã-pimenta
Tem os olhos verdes, verde mar
e um sorriso suave que lhe cria rugas ao canto dos olhos
Refugia-se do mundo, lá bem longe, entre as montanhas do sul
Refugia-se do mundo e da sua veia rebelde de ver o mundo
Já não tem paciência para certos devaneios
nem vontade de mudar o mundo
Mas fica-lhe bem essa impaciência
e certos devaneios que lhe resta
nem vontade de mudar o mundo
Mas fica-lhe bem essa impaciência
e certos devaneios que lhe resta
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1 comentário:
Eu também gosto.
Um brinde.
Olhos nos olhos.
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